Antes do mais, venho manifestar a minha sentido repugnância ao novo albúm do famoso cantor FF, O jogo recomeça. Aquilo que é dito no anúncio fere, e muito, a minha integridade física e mental. E quem me conhece sabe porquê! Deixo o anuncio de modo a que quem me conheça perceba:
Entra no jogo! Um bocadinho de respeito comigo por favor!
Mas olhem como ele cresceu! Já tem barba e tudo!
E se entram no jogo, o que me acontece é a morte! É sem dúvida o mais provável. Mas afinal o que é isso da morte? Vejamos que não há ninguém que tenha lá ido e voltado (ok, há quem acredite que sim). E sobre alguns pensarem que ele morreu e ressuscitou, se alguns desses mesmos pensam que ele subiu aos céus em alma, porque não pensar que ele apenas ressuscitou em alma? E afinal é algo que é muito mais palpável: vejamos que após a sua morte houve um espalhar dessa mesma crença, daí uma ressurreição em alma. Faria, a meu ver, muito mais sentido do que uma ressurreição de corpo e alma. Mas, se ele foi mesmo morto duas vezes, porque não pensar que ele estava mal morto.
Se daqui a uns anos com o planeta desabitado aparecessem aqui uns extra-terrestres e o único livro que eles achassem fosse (assim por sorte), por exemplo, o da Lua Nova, eles iam ficar a pensar coisas muito bonitas de nós! Eles tinham dentes grandes e gostavam de comer o sangue uns dos outros. Porreiro pah!
Às vezes gosto mais de pensar na Bíblia como um livro escrito por um príncipe mimado em que, o rei seu pai, de modo a fazer a vontade ao filho, falou do livro e como o rei é quem manda, o povo obedece!
Mas a morte é, como dizia, algo estranho porque ninguém foi e veio (sim, há histórias até de grávidas que deram à luz, morreram e ressuscitaram, mas encaro como sendo algo biológico. Um mecanismo de protecção, porque não?). E afinal o que vem depois da morte?
É um pouco desconfortante, à semelhança do solipsismo, achar que tudo aquilo que somos apenas o não é após a morte. É como se a nossa vida fosse um interruptor que se desliga e não volta a ligar. E talvez devido a toda esta dureza que, na minha opinião, devia ser apenas encarada como parte da vida e não mascarada ocultando o próprio sentido da vida, surjam várias explicações para aquilo que poderá acontecer após a morte. Para uns temos umas 40 virgens à nossa espera, para outros vamos para o céu, para outros reencarnaremos (se nos tivermos portado bem, sob a forma humana, se não podes mesmo reencarnar sob a forma de um animal), etc.
Mas se após a morte tudo fosse assim tão linear, não existiriam suicídios em massa? Acho que o ser humano tem uma osmose vital em ir para o sítio onde está melhor! Se estava melhor morto, porque não irem todos para lá?
Se calhar porque essa realidade post-morte não é muito credível. Aquilo que nós vemos é que as pessoas são, literalmente, enterradas dentro de uma caixa por onde é pouco provável que saiam (mesmo muito improvável!).
O melhor que há a fazer até que essa hora chegue, é viver. Simples, não? O melhor que creio que podemos ter, não querendo (obviamente!) que tal hora se aproxime, é uma morte em que estamos satisfeitos com a vida que tivemos e com aquilo que conseguimos conquistar. Já Camões dizia: E aqueles, que por obras valorosas, se vão da lei da morte libertando.
O melhor que temos a fazer em vida é da lei da morte nos libertarmos.
E o que encontramos depois? Nada. Depois já não somos nada. Só somos alguma coisa se tivermos deixado alguma coisa para os que por cá ficaram, só esses é que depois mexem a máquina, tu depois já só serves de combustível.
Hora de uma grande obra valorosa para outras obras fazer: dormir!
Aplaudam, amigos, a comédia acabou - Ludwig Van Beethoven
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Ignorante de segunda a sexta. Burro aos sábados, domingos e feriados...
domingo, 31 de janeiro de 2010
sábado, 30 de janeiro de 2010
Ignorante, conheces o amor?
Olha de que tema me vens tu hoje falar. Que reflexão mais picuinhas escolheste tu. Tens noção que estás a entrar por caminhos de enveredamento difícil? Mas descansa que com tranquilidade e como o Sporting está forte! deve dar para desenvolver o assunto...
Porquê este tema? Não obrigatoriamente, mas está relacionado com o ideal de felicidade de muita gente. Quem nunca pensou: O meu ideal é formar-me, ter um emprego, uma família e nesse mesmo ambiente viver feliz! Está automaticamente colocado aqui o conceito de amor, óbvio, porque uma família em que uma pessoa se sinta feliz tem obrigatoriamente que ser uma família com amor.
Mas antes de falar do tema em si há que deixar o seguinte ponto prévio: conceitos como amor, felicidade e tudo o mais são muito abstractos. Eu estou a dizer que o amor está em todos os ideais de felicidade mas estou a falar de um amor completamente subjectivo, que nada ou quase tudo terá a ver com a ideia que os outros têm. Com este conceitos e com muitos outros se poderiam destacar subjectividades deste género...
Mas para mim, o que é o amor?
Limito-me a dizer que não existe, é como a arte. Por vezes fazemos comentários acerca de, por exemplo, um casal de namorados e dizer É amor!. Outras vezes, olhamos para um quadro e dizemos É arte!. Pode parecer um bocado estupida esta comparação mas deve-se à natureza dos conceitos, permitem tal semelhança.
Ora, há uns tempos vi na televisão uma experiência que consistia vagamente no seguinte: davam uma tela e punham tintas à disposição de um macaco, de modo a que ele pintasse um quadro. Ele pintou um quadro bonito e levaram o quadro a um ateliêr de modo a que o pudessem vender. O diálogo não foi propriamente este mas a ideia está contida nele:
Quanto vale este quadro?
Bem, tem uns traços de Picasso e de Miró [eu não percebo nada de arte, foram os primeiros nomes que me vieram à cabeça], estava capaz de dar uns mil euros pela tela!
E se eu lhe disser que foi feito por um macaco?
Então nesse caso não dou mais que dez euros...
E afinal os macacos também fazem arte ou é uma daquelas coisas que só os homens sabem fazer? Pois, diziam que era só os homens, mas os macacos também a fazem. Assim é mais fácil dizer que a arte não existe, que a arte é apenas uma coisa que consiste nuns quadros com umas tintas, umas pedras com umas formas, etc. e que, segundo um certo conceito de beleza e estética que temos, é porreiro pah!
Com o amor é analogamente o mesmo: quantas vezes não aconteceu uma pessoa ter dois casos com indivíduos diferentes convencida que isoladamente cada um deles era amor?
Poderia cair em contradição, mas encaro o amor apenas como uma complexação da amizade. Se eu perguntar o que é a amizade se calhar também não me sabem dizer. Isto porque ela não existe. Eu dizer que há amizade entre duas pessoas corresponde muitas vezes a dizer que são pessoas que partilharam momentos, partilharam episódios da vida e cujas maneiras de ser não têm qualquer razão de choque.
Tecnicamente falando, vejamos: as moléculas são complexações dos átomos, mas toda a gente sabe que elas existem (é tipo o amor). Se perguntar o que faz as moléculas, todos sabem que são os átomos (tipo a amizade). Mas a partir daí as coisas começam a entrar num campo mais obscuro. Ok, podemos falar de protões, intrões, bosões, etc. mas nunca chegamos a nada de concreto. Apenas conseguimos saber que é tudo complexações de coisas mais pequenas.
Faço agora referência, e agradeço a quem ma comunicou, à teoria do solipsismo. Basicamente, esta teoria diz que a única coisa que podemos garantir é a nossa própria existência, tudo o resto podem ser estímulos que estamos a receber. Esta teoria consegue ser simultaneamente desconfortante e confortante. Isto porque, viver num mundo (ou pensar que vivemos nele) em que nada existe faz-nos pensar que tudo o que fazemos é inútil. Por outro lado, se tudo são estímulos, não temos nada a perder seja qual for a decisão tomada.
Ao falar disto, pretendo interligar com o facto de amor e a amizade e tudo o mais serem apenas complexações da nossa existência. Poderíamos, creio, a partir daí criar o resto (ou pelo menos enquanto interpretações erradas de estímulos recebidos pela nossa existência). Se tudo são complexações do mais básico, porque não compreender primeiro a complexidade do básico de modo a tentar compreender o resto? Se nós tivemos descoberto primeiramente a partícula mais pequena de todas, poderíamos mais facilmente chegar às maiores. Por outro lado, se partíssemos da maior de todas, conseguíamos compreender a complexação mas nunca a própria essência dos constituintes (porque não foi deles que partimos).
Ideia geral disto: eu consigo compreender um nível acima do meu se me encontrar num nível abaixo.
Ou seja, eu consigo compreender as moléculas se compreender os átomos. Consigo compreender os átomos se conseguir compreender as partículas sub-atómicas.
Eu consigo compreender o amor se conseguir compreender a amizade. Eu consigo compreender a amizade se (...) conseguir compreender a existência.
Daí ser mais fácil admitir a não existência dessas complexações: devido à análise "fragmentada" que poderia ser feita mas também devido a alguma subjectividade. Átomos nós conseguimos compreender macroscopicamente, porque não há subjectividade (a quântica já é outra história), mas coisas abstractas macroscópicas já é mais complicado porque estão cheias de subjectividade.
Imaginemos que estamos a iniciar uma humanidade. Vamos agora, sei lá, contruir uma civilização. Se desde início nós lhe dissessemos o cerne de tudo o que de mais básico há, as complexações teriam todas interpretações muito semelhante. Seria algo como Uma coisa complexa=uma coisa básica+uma coisa básica.
Mensagem final? Não sei, sou ignorante...tenho complexos básicos...e básicos complexos...
Porquê este tema? Não obrigatoriamente, mas está relacionado com o ideal de felicidade de muita gente. Quem nunca pensou: O meu ideal é formar-me, ter um emprego, uma família e nesse mesmo ambiente viver feliz! Está automaticamente colocado aqui o conceito de amor, óbvio, porque uma família em que uma pessoa se sinta feliz tem obrigatoriamente que ser uma família com amor.
Mas antes de falar do tema em si há que deixar o seguinte ponto prévio: conceitos como amor, felicidade e tudo o mais são muito abstractos. Eu estou a dizer que o amor está em todos os ideais de felicidade mas estou a falar de um amor completamente subjectivo, que nada ou quase tudo terá a ver com a ideia que os outros têm. Com este conceitos e com muitos outros se poderiam destacar subjectividades deste género...
Mas para mim, o que é o amor?
Limito-me a dizer que não existe, é como a arte. Por vezes fazemos comentários acerca de, por exemplo, um casal de namorados e dizer É amor!. Outras vezes, olhamos para um quadro e dizemos É arte!. Pode parecer um bocado estupida esta comparação mas deve-se à natureza dos conceitos, permitem tal semelhança.
Ora, há uns tempos vi na televisão uma experiência que consistia vagamente no seguinte: davam uma tela e punham tintas à disposição de um macaco, de modo a que ele pintasse um quadro. Ele pintou um quadro bonito e levaram o quadro a um ateliêr de modo a que o pudessem vender. O diálogo não foi propriamente este mas a ideia está contida nele:
Quanto vale este quadro?
Bem, tem uns traços de Picasso e de Miró [eu não percebo nada de arte, foram os primeiros nomes que me vieram à cabeça], estava capaz de dar uns mil euros pela tela!
E se eu lhe disser que foi feito por um macaco?
Então nesse caso não dou mais que dez euros...
E afinal os macacos também fazem arte ou é uma daquelas coisas que só os homens sabem fazer? Pois, diziam que era só os homens, mas os macacos também a fazem. Assim é mais fácil dizer que a arte não existe, que a arte é apenas uma coisa que consiste nuns quadros com umas tintas, umas pedras com umas formas, etc. e que, segundo um certo conceito de beleza e estética que temos, é porreiro pah!
Com o amor é analogamente o mesmo: quantas vezes não aconteceu uma pessoa ter dois casos com indivíduos diferentes convencida que isoladamente cada um deles era amor?
Poderia cair em contradição, mas encaro o amor apenas como uma complexação da amizade. Se eu perguntar o que é a amizade se calhar também não me sabem dizer. Isto porque ela não existe. Eu dizer que há amizade entre duas pessoas corresponde muitas vezes a dizer que são pessoas que partilharam momentos, partilharam episódios da vida e cujas maneiras de ser não têm qualquer razão de choque.
Tecnicamente falando, vejamos: as moléculas são complexações dos átomos, mas toda a gente sabe que elas existem (é tipo o amor). Se perguntar o que faz as moléculas, todos sabem que são os átomos (tipo a amizade). Mas a partir daí as coisas começam a entrar num campo mais obscuro. Ok, podemos falar de protões, intrões, bosões, etc. mas nunca chegamos a nada de concreto. Apenas conseguimos saber que é tudo complexações de coisas mais pequenas.
Faço agora referência, e agradeço a quem ma comunicou, à teoria do solipsismo. Basicamente, esta teoria diz que a única coisa que podemos garantir é a nossa própria existência, tudo o resto podem ser estímulos que estamos a receber. Esta teoria consegue ser simultaneamente desconfortante e confortante. Isto porque, viver num mundo (ou pensar que vivemos nele) em que nada existe faz-nos pensar que tudo o que fazemos é inútil. Por outro lado, se tudo são estímulos, não temos nada a perder seja qual for a decisão tomada.
Ao falar disto, pretendo interligar com o facto de amor e a amizade e tudo o mais serem apenas complexações da nossa existência. Poderíamos, creio, a partir daí criar o resto (ou pelo menos enquanto interpretações erradas de estímulos recebidos pela nossa existência). Se tudo são complexações do mais básico, porque não compreender primeiro a complexidade do básico de modo a tentar compreender o resto? Se nós tivemos descoberto primeiramente a partícula mais pequena de todas, poderíamos mais facilmente chegar às maiores. Por outro lado, se partíssemos da maior de todas, conseguíamos compreender a complexação mas nunca a própria essência dos constituintes (porque não foi deles que partimos).
Ideia geral disto: eu consigo compreender um nível acima do meu se me encontrar num nível abaixo.
Ou seja, eu consigo compreender as moléculas se compreender os átomos. Consigo compreender os átomos se conseguir compreender as partículas sub-atómicas.
Eu consigo compreender o amor se conseguir compreender a amizade. Eu consigo compreender a amizade se (...) conseguir compreender a existência.
Daí ser mais fácil admitir a não existência dessas complexações: devido à análise "fragmentada" que poderia ser feita mas também devido a alguma subjectividade. Átomos nós conseguimos compreender macroscopicamente, porque não há subjectividade (a quântica já é outra história), mas coisas abstractas macroscópicas já é mais complicado porque estão cheias de subjectividade.
Imaginemos que estamos a iniciar uma humanidade. Vamos agora, sei lá, contruir uma civilização. Se desde início nós lhe dissessemos o cerne de tudo o que de mais básico há, as complexações teriam todas interpretações muito semelhante. Seria algo como Uma coisa complexa=uma coisa básica+uma coisa básica.
Mensagem final? Não sei, sou ignorante...tenho complexos básicos...e básicos complexos...
Ignorante, fazes manigâncias?
Hoje mesmo, há momentos, ouviu-se muitas vezes no debate quinzenal a palavra manigância. Aqui fica um exemplo:
Ora, mas afinal o que é manigância?
Novamente recorrendo ao meu amigo Priberam:
s. f.
1. Infrm. Manha ou arte com que se fazem habilidades de mãos.
2. Fig. Manobras ocultas com que se fazem bons negócios.
3. Tratantada, manivérsia.
Mas depois perguntei-me o que é tratantada (ou manivérsiva), e o meu amigo novamente me ajudou:
s. f.
Acto ou dito de tratante; velhacaria; burla.
Ora, mas em que país vivemos nós em que se fazem burlas ou, para não ser tão directo, manobras ocultas com que se fazem bons negócios?
E isto tudo por causa de um orçamento de estado, uma coisa que o mais próvavel é que haja outra crise mundial e que volte tudo à crise, e depois sai outro orçamento e estamos outra vez na crise...isto sem um ignorante a primeiro-ministro não vai lá...
Mas afinal o que é um bom orçamento de estado? E um mau?
Há uns tempos eu tinha feito um post em que, na base, dizia mal do curso de medicina. É relativo. Aquilo que eu disse de mal e que por mim foi visto como defeito, pode ser visto como uma vantagem para outros ou até mesmo como uma vantagem para mim daqui a algum tempo. Há que ter em conta que todos os conceitos de bem e mal são altamente subjectivos.
Por exemplo, este primeiro semestre não me correu tecnicamente bem. Ok, ainda não está 100% acabado mas em príncipio passa-se a tudo. Poderia colocar a seguinte questão acerca disto: lixo-me para as notas que tive (passei, pronto!) e concentro-me nas disciplinas do próximo semestre ou inscrevo-me para melhoria às disciplinas de modo a puder, potencialmente, subir as notas (contudo, poderia gastar algum tempo com disciplinas que já deviam estar feitas e descorar as outras)?
É uma escolha, ignorante (ou uma ignorante escolha). Porque, por um lado, é uma decisão que poderá influenciar o teu percurso vital. Por outro lado, é uma escolha em que não conheces o que vais calcar, daí ser ignorante.
Ignorante, tudo é escolhas agora. No outro dia ouvia a minha tia a fazer uma comparação estranha com esta vida universitaria: No outro dia, ia a sair de casa, e decidi ir pela direita, foi uma escolha, se calhar se fosse pela esquerda tinha um acidente!
Ao que me apetece responder tal como o meu tio me respondeu a um sms: Hoquéi!
Ah, e estou seriamente a pensar em trocar de telefone:
Ora, mas afinal o que é manigância?
Novamente recorrendo ao meu amigo Priberam:
s. f.
1. Infrm. Manha ou arte com que se fazem habilidades de mãos.
2. Fig. Manobras ocultas com que se fazem bons negócios.
3. Tratantada, manivérsia.
Mas depois perguntei-me o que é tratantada (ou manivérsiva), e o meu amigo novamente me ajudou:
s. f.
Acto ou dito de tratante; velhacaria; burla.
Ora, mas em que país vivemos nós em que se fazem burlas ou, para não ser tão directo, manobras ocultas com que se fazem bons negócios?
E isto tudo por causa de um orçamento de estado, uma coisa que o mais próvavel é que haja outra crise mundial e que volte tudo à crise, e depois sai outro orçamento e estamos outra vez na crise...isto sem um ignorante a primeiro-ministro não vai lá...
Mas afinal o que é um bom orçamento de estado? E um mau?
Há uns tempos eu tinha feito um post em que, na base, dizia mal do curso de medicina. É relativo. Aquilo que eu disse de mal e que por mim foi visto como defeito, pode ser visto como uma vantagem para outros ou até mesmo como uma vantagem para mim daqui a algum tempo. Há que ter em conta que todos os conceitos de bem e mal são altamente subjectivos.
Por exemplo, este primeiro semestre não me correu tecnicamente bem. Ok, ainda não está 100% acabado mas em príncipio passa-se a tudo. Poderia colocar a seguinte questão acerca disto: lixo-me para as notas que tive (passei, pronto!) e concentro-me nas disciplinas do próximo semestre ou inscrevo-me para melhoria às disciplinas de modo a puder, potencialmente, subir as notas (contudo, poderia gastar algum tempo com disciplinas que já deviam estar feitas e descorar as outras)?
É uma escolha, ignorante (ou uma ignorante escolha). Porque, por um lado, é uma decisão que poderá influenciar o teu percurso vital. Por outro lado, é uma escolha em que não conheces o que vais calcar, daí ser ignorante.
Ignorante, tudo é escolhas agora. No outro dia ouvia a minha tia a fazer uma comparação estranha com esta vida universitaria: No outro dia, ia a sair de casa, e decidi ir pela direita, foi uma escolha, se calhar se fosse pela esquerda tinha um acidente!
Ao que me apetece responder tal como o meu tio me respondeu a um sms: Hoquéi!
Ah, e estou seriamente a pensar em trocar de telefone:
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Ignorante, és feliz?
Hoje um outro assunto despertou o meu interesse: a felicidade.
Estava a passar pela bela livraria da Bertrand quando vi um tal livro acerca de um curso de felicidade da universidade de Harvard. Por aqui que entendi do livro, Aprenda A Ser Feliz, conta a história de um rapaz (israelita, se não estou em erro) que tinha um objectivo na área do ténis (squash, any mistake?): vencer uma certa e determinada competição, ganhar a medalha e essas celebrações muita bonitas que até nos põem vestidos de smoking e coise e tal.
E esse era quase o seu objectivo de vida, o seu objectivo, aquilo que o fazia feliz. E aqui entra a parte importante da coisa: ser feliz é um caminho ou um fim?
No dia-a-dia vemos, e universitariamente falando, pessoas que, por exemplo, quero o curso de medicina a todo o custo e lutam bastante para o conseguirem. Contudo, ao chegarem a esse objectivo, embora podendo estar felizes com tal coisa, não conseguem desenrascar-se no curso, chumbam, etc. E aqui reside uma das partes importantes: o objectivo que ela tinha era a sua felicidade (chegar a medicina) mas, atingido esse objectivo, a felicidade vê-se diminuída ao momento em que ela entra em medicina. Afinal, era o objectivo: entrar em medicina. Quem disse que o resto tinha de resultar?
Assim, conseguimos chegar a uma conclusão de que a falta de objectivos é que proporciona a infelicidade (ou até mesmo algum estoicismo nesse campo). Uma pessoa com objectivos consegue alcançar a felicidade quando os vê cumpridos. Mas e depois de estarem cumpridos? Simples: arranjar mais objectivos.
E é isto ignorante, que te mete aí infeliz. Tu és um ignorante que nunca se decide: ora porque tem um leque de gosto muito alargado, ora porque até inconscientemente te deixas levar.
E o que é então a felicidade? Um momento, um caminho...uma vida?
Por um lado, e remato isto como conclusão, é o momento do culminar do nosso caminho. Mas não quer dizer que o fim de um caminho não seja o início de outro.
Porque não passar a vida de caminho em caminho?
Devemos seguir sempre o caminho que conduz ao mais alto. - Platão
Estava a passar pela bela livraria da Bertrand quando vi um tal livro acerca de um curso de felicidade da universidade de Harvard. Por aqui que entendi do livro, Aprenda A Ser Feliz, conta a história de um rapaz (israelita, se não estou em erro) que tinha um objectivo na área do ténis (squash, any mistake?): vencer uma certa e determinada competição, ganhar a medalha e essas celebrações muita bonitas que até nos põem vestidos de smoking e coise e tal.
E esse era quase o seu objectivo de vida, o seu objectivo, aquilo que o fazia feliz. E aqui entra a parte importante da coisa: ser feliz é um caminho ou um fim?
No dia-a-dia vemos, e universitariamente falando, pessoas que, por exemplo, quero o curso de medicina a todo o custo e lutam bastante para o conseguirem. Contudo, ao chegarem a esse objectivo, embora podendo estar felizes com tal coisa, não conseguem desenrascar-se no curso, chumbam, etc. E aqui reside uma das partes importantes: o objectivo que ela tinha era a sua felicidade (chegar a medicina) mas, atingido esse objectivo, a felicidade vê-se diminuída ao momento em que ela entra em medicina. Afinal, era o objectivo: entrar em medicina. Quem disse que o resto tinha de resultar?
Assim, conseguimos chegar a uma conclusão de que a falta de objectivos é que proporciona a infelicidade (ou até mesmo algum estoicismo nesse campo). Uma pessoa com objectivos consegue alcançar a felicidade quando os vê cumpridos. Mas e depois de estarem cumpridos? Simples: arranjar mais objectivos.
E é isto ignorante, que te mete aí infeliz. Tu és um ignorante que nunca se decide: ora porque tem um leque de gosto muito alargado, ora porque até inconscientemente te deixas levar.
E o que é então a felicidade? Um momento, um caminho...uma vida?
Por um lado, e remato isto como conclusão, é o momento do culminar do nosso caminho. Mas não quer dizer que o fim de um caminho não seja o início de outro.
Porque não passar a vida de caminho em caminho?
Devemos seguir sempre o caminho que conduz ao mais alto. - Platão
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Ignorante, tu estudas?/vês o tempo passar?
O post de hoje, meu caro amigo ignorante, será à volta de uma palavra que o mais provável é que você, aí sentado de fronte de um computador sem nada de mais interessante para fazer sem ser ler um mísero blogue e que eu, mísera pessoa que nada de interessante tem para fazer excepto escrever um mísero post num mísero blog, faço (acho eu): estudar. Aviso desde já que o comprimento da frase anterior é apenas para que comecem a ler e digam coisas como: Eh lá! ou Epa, um caviar agora caía bem com este blog!. Sim, porque não queremos que ninguém morra à fome (de óptimos posts...cof, cof...).
Pois bem, segundo o Dicionário Priberam da Língua Portuguesa (a quem agradeço já toda a ajuda que me têm dado, e que podem consultar em http://www.priberam.pt/DLPO/) a palavra estudar tem os seguintes significados:
v. tr.
1. Frequentar as aulas de.
2. Fazer o possível para conhecer ou compreender.
3. Analisar atentamente.
4. Planear.
5. Decorar.
6. Ensaiar.
7. Sondar, tratar de conhecer.
8. Examinar, observar.
v. intr.
9. Ser estudante; ser estudioso; aplicar a inteligência.
v. pron.
10. Observar-se; procurar conhecer-se.
Pois, eu agora podia começar aqui com frases como O mito é o nada que é tudo só para dizer que sou e não sou estudante. Em vez disso, passo a um raciocínio lógica acerca da palavra.
Premissas:
1. Eu sou estudante.
2. Eu não frequento aulas.
3. Eu se calhar até faço o possível para conhecer ou compreender.
4. Eu planeio, e muito.
5. Eu decoro...a casa, as folhas e livros de disciplinas menos interessantes, etc.
6. Eu ensaio...apresentações de trabalhos que depois têm notas esquisitas.
7. Eu sondo ou trato de conhecer...muita gente do sítio onde "estudo".
8. Eu examino e observo...tento examinar os exames mas depois acabo mesmo só por observar, tanto o exame como os outros a entregar.
9. Sou estudante, não sou estudioso e não sei o que é a inteligência.
10. Eu observo-me, tento conhecer-me...a cada dia que passa. Como diria Fernando Pessoa num certo poema que não me recordo, Estranho-me.
Conclusão:
Quem é que não é estudante? É uma estupidez dizer que uns são estudantes (ui que eles levam uma vida super boémia! Ui que eles às vezes têm de estudar umas coisas! Ui que eles às vezes têm trabalhos para apresentar e chegar mesmo a esforçar-se, quem diria), enquanto na realidade todos o somos (uns mais que outros. Tecnicamente falando, o limite do estudante quando a idade tende para infinito é zero). Quem não aprende (na base, o ponto 8 do dicionário) a cada dia que passa com os erros que comete, com os sucessos que tem, etc.?
Começo a pensar que a definição de estudante devia ser algo como (e acrescento uns pontos):
11. Etapa da vida em que o indivíduo mais aprende consigo mesmo;
12. Etapa da vida do indivíduo em que mais erros são cometidos mas nem sempre uma lição de lá é tirada;
13. Altura em que o indivíduo percebe-se que o tempo não é estático.
E agora mudando de assunto!
Tenho uma teoria espectacular para propor aqui e que talvez tenha o seu quê de científico!
Eu há algum tempo para cá é que me tenho apercebido que o tempo passa: as pessoas mudam, as rotinas mudam, etc. Mas só denotei tal coisa quando mudei de sítio. Se calhar, se eu tivesse ficado em Torres Novas a estudar nem dava por isso, mas agora que estou em Lisboa a estudar, noto isso. Estaremos perante uma relatividade psicológica? Talvez sim, talvez não...
A verdade é que, num espaço de tempo pequeno (digamos cerca de 3 meses) muita coisa muda. Parece que se passou muito tempo devido a toda a quantidade de alterações que ocorreram...mas não, os 3 meses nada mais foram do que 3 meses...eu é que mudei de sítio...
Devo andar com o meu espaço desfasado do tempo, daí o post...
Pois bem, segundo o Dicionário Priberam da Língua Portuguesa (a quem agradeço já toda a ajuda que me têm dado, e que podem consultar em http://www.priberam.pt/DLPO/) a palavra estudar tem os seguintes significados:
v. tr.
1. Frequentar as aulas de.
2. Fazer o possível para conhecer ou compreender.
3. Analisar atentamente.
4. Planear.
5. Decorar.
6. Ensaiar.
7. Sondar, tratar de conhecer.
8. Examinar, observar.
v. intr.
9. Ser estudante; ser estudioso; aplicar a inteligência.
v. pron.
10. Observar-se; procurar conhecer-se.
Pois, eu agora podia começar aqui com frases como O mito é o nada que é tudo só para dizer que sou e não sou estudante. Em vez disso, passo a um raciocínio lógica acerca da palavra.
Premissas:
1. Eu sou estudante.
2. Eu não frequento aulas.
3. Eu se calhar até faço o possível para conhecer ou compreender.
4. Eu planeio, e muito.
5. Eu decoro...a casa, as folhas e livros de disciplinas menos interessantes, etc.
6. Eu ensaio...apresentações de trabalhos que depois têm notas esquisitas.
7. Eu sondo ou trato de conhecer...muita gente do sítio onde "estudo".
8. Eu examino e observo...tento examinar os exames mas depois acabo mesmo só por observar, tanto o exame como os outros a entregar.
9. Sou estudante, não sou estudioso e não sei o que é a inteligência.
10. Eu observo-me, tento conhecer-me...a cada dia que passa. Como diria Fernando Pessoa num certo poema que não me recordo, Estranho-me.
Conclusão:
Quem é que não é estudante? É uma estupidez dizer que uns são estudantes (ui que eles levam uma vida super boémia! Ui que eles às vezes têm de estudar umas coisas! Ui que eles às vezes têm trabalhos para apresentar e chegar mesmo a esforçar-se, quem diria), enquanto na realidade todos o somos (uns mais que outros. Tecnicamente falando, o limite do estudante quando a idade tende para infinito é zero). Quem não aprende (na base, o ponto 8 do dicionário) a cada dia que passa com os erros que comete, com os sucessos que tem, etc.?
Começo a pensar que a definição de estudante devia ser algo como (e acrescento uns pontos):
11. Etapa da vida em que o indivíduo mais aprende consigo mesmo;
12. Etapa da vida do indivíduo em que mais erros são cometidos mas nem sempre uma lição de lá é tirada;
13. Altura em que o indivíduo percebe-se que o tempo não é estático.
E agora mudando de assunto!
Tenho uma teoria espectacular para propor aqui e que talvez tenha o seu quê de científico!
Eu há algum tempo para cá é que me tenho apercebido que o tempo passa: as pessoas mudam, as rotinas mudam, etc. Mas só denotei tal coisa quando mudei de sítio. Se calhar, se eu tivesse ficado em Torres Novas a estudar nem dava por isso, mas agora que estou em Lisboa a estudar, noto isso. Estaremos perante uma relatividade psicológica? Talvez sim, talvez não...
A verdade é que, num espaço de tempo pequeno (digamos cerca de 3 meses) muita coisa muda. Parece que se passou muito tempo devido a toda a quantidade de alterações que ocorreram...mas não, os 3 meses nada mais foram do que 3 meses...eu é que mudei de sítio...
Devo andar com o meu espaço desfasado do tempo, daí o post...
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Ignorante, pensa lá bem!
Uma profissão que eu me esqueci de dizer foi a de político! É quase o mesmo que a de padre, por isso nem vou perder muito tempo a falar disso. Considere-se esse assunto encerrado!
Devido ao facto de estar com sono, hoje fica o vídeo, para amanhã, se tiver tempo suficiente, a sua análise.
Reparem que, o vídeo que se segue, são desenhos animados...mas a mensagem que transmitem! Hoje que desenhos animados vemos nós assim? Não sei se o avançar da tecnologia (até de criação de desenhos animados) implica a perda de valores, mas comparando estes desenhos animados do meu tempo (estás velho, mentaliza-te disso senão nunca mais acordas para a vida!), os actuais são um pedacinho de cóco.
Eu não sou aquele rapaz que via as Navegantes da Lua ao pequeno-almoço, o Zorro ao almoço e o Batatoon ao lanche, mas sou desse tempo em que eu olhava para a televisão e via valores, via mensagens importantes de serem transmitidas aos mais novos para que crescessem bem e tivessem personalidade própria!
Pronto, Navegantes da Lua e isso não tinham a sua mensagem...mas estes desenhos animados eram dos meus 7 anos ou assim...quando eu era mais pequeno e tinha a tal "necessidade de valores", tinhamos o Zé Colmeia, o Tom & Jerry, a Rua Sésamo, para os Holandeses também tinhamos os Teletubies (se é que é assim que se escreve), etc.
Actualmente, olhamos para a televisão e vemos, sei lá, Kim Possible, Jackie Chan e coisas dessas, tudo dentro do mesmo género. Sim, o Dragon Ball era, no meu tempo, um dos meus favoritos e certamente não tinha muitos desses valores a tirar..mas para compensar isso tinhamos outros com valores. Sim, porque eu passava a vida a olhar para a lua cheia e ver se me transformava em macaco ou tentar fazer um kameá-me-á...ou até mesmo levantar vôo! Mas por outro lado também era amigo dos meus amigos, não atirava pedras às pessoas e esse género de coisas que qualquer bom rapaz não faz.
Pronto, ok, estou-me a contradizer um bocado. Mas é a realidade: a educação televisiva está péssima para as crianças.
E agora com licença que tenho um belo espectáculo de wrestling para ver com o meu primo de 11 anos.
Devido ao facto de estar com sono, hoje fica o vídeo, para amanhã, se tiver tempo suficiente, a sua análise.
Reparem que, o vídeo que se segue, são desenhos animados...mas a mensagem que transmitem! Hoje que desenhos animados vemos nós assim? Não sei se o avançar da tecnologia (até de criação de desenhos animados) implica a perda de valores, mas comparando estes desenhos animados do meu tempo (estás velho, mentaliza-te disso senão nunca mais acordas para a vida!), os actuais são um pedacinho de cóco.
Eu não sou aquele rapaz que via as Navegantes da Lua ao pequeno-almoço, o Zorro ao almoço e o Batatoon ao lanche, mas sou desse tempo em que eu olhava para a televisão e via valores, via mensagens importantes de serem transmitidas aos mais novos para que crescessem bem e tivessem personalidade própria!
Pronto, Navegantes da Lua e isso não tinham a sua mensagem...mas estes desenhos animados eram dos meus 7 anos ou assim...quando eu era mais pequeno e tinha a tal "necessidade de valores", tinhamos o Zé Colmeia, o Tom & Jerry, a Rua Sésamo, para os Holandeses também tinhamos os Teletubies (se é que é assim que se escreve), etc.
Actualmente, olhamos para a televisão e vemos, sei lá, Kim Possible, Jackie Chan e coisas dessas, tudo dentro do mesmo género. Sim, o Dragon Ball era, no meu tempo, um dos meus favoritos e certamente não tinha muitos desses valores a tirar..mas para compensar isso tinhamos outros com valores. Sim, porque eu passava a vida a olhar para a lua cheia e ver se me transformava em macaco ou tentar fazer um kameá-me-á...ou até mesmo levantar vôo! Mas por outro lado também era amigo dos meus amigos, não atirava pedras às pessoas e esse género de coisas que qualquer bom rapaz não faz.
Pronto, ok, estou-me a contradizer um bocado. Mas é a realidade: a educação televisiva está péssima para as crianças.
E agora com licença que tenho um belo espectáculo de wrestling para ver com o meu primo de 11 anos.
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Ignorante, qual o melhor curso?
Qualquer ignorante que se preze sabe perfeitamente que o melhor que podias escolher era ir para padre! É que, na base, ganham dinheiro por nada fazerem...porreiro, não? Acerca deste tema que não vou desenvolver, convido a ver o seguinte vídeo:
Mas vejamos então qual seria o curso a seguir e qual é o curso que um ignorante que se preze deverá enveredar...ou pelo menos tentar seguir as passadas!
O que se quer com um curso é garantir um futuro e, ao mesmo tempo, fazer aquilo que se gosta. Ora, qualquer ignorante aquilo que gosta de fazer é nada! Rigorosamente nada, estar ali de papo para o ar a comer tremoços e a ver vida passar nesse leve e descontraído ritmo. Dada esta ignorante perspectiva, o curso indicado era ir para padre. Razões acho que todos sabem, não vou estar aqui a discutir coisas que não têm relevo suficiente (ou não são ignorantes o suficiente) para estar neste blog.
Mas vamos fazer alguma coisa que gostêmos sem ser NADA. Ah e tal, gosto de medicina. Vamos para medicina. Que me dizes ignorante?
Oh autor, desculpa lá mas medicina não. Medicina, a meu ver, é um curso que tem todo o mérito mas é chato e automático. E porquê esta descrição? Pois bem, vou tirar o curso...o curso é decorar, decorar, decorar...e toda a nossa mente fica moldada a...pensar? não, a decorar...e decorar também. Óbvio que há um trabalho de interpretação de todo o diagnóstico que tem que ser feito. Mas esse diagnóstico é muito automático...porque é feito com base em...decorar...
Por isso, autor, desculpa lá mas mete medicina de parte...é bonito andar a salvar a vida a pessoas e é importante...mas é mais importante se for aliado à investigação, é mais produtivo
Então ó ignorante, diz-me uma coisa: eu gosto da temática da medicina mas não quero decorar a vida toda...quero, sei lá...pensar!
Então, meu caro autor, vá para Engenharia Biomédica, tem uma vastidão de conhecimentos de medicina que terão que ser adquiridos, um vasto leque de formação (vastíssima, diga-se de passagem) porque tens aulas de todos os departamentos, na base. Assim, se é por medicina que tens um fetiche, tira o curso de engenharia biomédica, ficas apto a pensar. E como depois tens uma vertente de investigação, ficas um pensador produtivo. Positivo, não?
Sim ignorante, tens toda a razão...
Mas olha que o meu mestrado vai ser relativo a Mateus, 2, versículo 17 - onde, segundo Gato Fedorento, vem descrita uma besta do #!&alho.
Sim, mestrado acerca de coisas da igreja...que eu também quero ter uma dose de ganhar dinheiro por nada fazer!
Obedecendo a advertência divina, os magos não voltaram para Jerusalém e não falaram mais para Herodes sobre Jesus.
E eu, obedecendo a limitações físicas, vou dormir!
Mas vejamos então qual seria o curso a seguir e qual é o curso que um ignorante que se preze deverá enveredar...ou pelo menos tentar seguir as passadas!
O que se quer com um curso é garantir um futuro e, ao mesmo tempo, fazer aquilo que se gosta. Ora, qualquer ignorante aquilo que gosta de fazer é nada! Rigorosamente nada, estar ali de papo para o ar a comer tremoços e a ver vida passar nesse leve e descontraído ritmo. Dada esta ignorante perspectiva, o curso indicado era ir para padre. Razões acho que todos sabem, não vou estar aqui a discutir coisas que não têm relevo suficiente (ou não são ignorantes o suficiente) para estar neste blog.
Mas vamos fazer alguma coisa que gostêmos sem ser NADA. Ah e tal, gosto de medicina. Vamos para medicina. Que me dizes ignorante?
Oh autor, desculpa lá mas medicina não. Medicina, a meu ver, é um curso que tem todo o mérito mas é chato e automático. E porquê esta descrição? Pois bem, vou tirar o curso...o curso é decorar, decorar, decorar...e toda a nossa mente fica moldada a...pensar? não, a decorar...e decorar também. Óbvio que há um trabalho de interpretação de todo o diagnóstico que tem que ser feito. Mas esse diagnóstico é muito automático...porque é feito com base em...decorar...
Por isso, autor, desculpa lá mas mete medicina de parte...é bonito andar a salvar a vida a pessoas e é importante...mas é mais importante se for aliado à investigação, é mais produtivo
Então ó ignorante, diz-me uma coisa: eu gosto da temática da medicina mas não quero decorar a vida toda...quero, sei lá...pensar!
Então, meu caro autor, vá para Engenharia Biomédica, tem uma vastidão de conhecimentos de medicina que terão que ser adquiridos, um vasto leque de formação (vastíssima, diga-se de passagem) porque tens aulas de todos os departamentos, na base. Assim, se é por medicina que tens um fetiche, tira o curso de engenharia biomédica, ficas apto a pensar. E como depois tens uma vertente de investigação, ficas um pensador produtivo. Positivo, não?
Sim ignorante, tens toda a razão...
Mas olha que o meu mestrado vai ser relativo a Mateus, 2, versículo 17 - onde, segundo Gato Fedorento, vem descrita uma besta do #!&alho.
Sim, mestrado acerca de coisas da igreja...que eu também quero ter uma dose de ganhar dinheiro por nada fazer!
Obedecendo a advertência divina, os magos não voltaram para Jerusalém e não falaram mais para Herodes sobre Jesus.
E eu, obedecendo a limitações físicas, vou dormir!

